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ÍNDICE DE EMPREGO É DESTAQUE |
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DADOS de 2005 do Caged (Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho,
apontam que o número de empregos formais em Cascavel é o maior do Paraná.
Cascavel teve uma variação positiva de 6,84%, enquanto a do Paraná foi de
4,23% e a do Brasil 5,09%.
No ano passado foram admitidos 34.401 trabalhadores nas diversas áreas da economia cascavelense e demitidos 30.753. O saldo é de 3.648 empregos. Outras cidades do Paraná apresentaram as seguintes variações no ano de 2005: Curitiba 4,67%; Ponta Grossa, 4,97%; Foz do Iguaçu, 4,07%; Londrina 3,79% e Maringá, 3,48% O setor da construção civil é o que mais cresceu em 2005, segundo o Caged. Ele foi responsável por 37,31% dos empregos formais da cidade. A maior parte dos trabalhadores do setor esta na informalidade, isto é sem registro em carteira. A agropecuária vem a seguir ao responder por 34% do PIB de Cascavel. O extrativismo mineral foi o segmento que
menos ofertou oportunidades de emprego no município no ano passado, e
também no Paraná. A atividade apresentou retração, com mais demissões do
que contratações. Cascavel, apesar de aparecer bem nos números econômicos
de 2005, enfrenta um problema: não conta com um instituto para apurar e
acompanhar seus indicadores. O problema é reconhecido pelo presidente da Codevel (Companhia de Desenvolvimento de Cascavel), Valmor Pietsch. O ideal, de acordo com ele, seria que os dados fossem coletados por equipes da cidade, mas são poucos os recursos para a execução desse trabalho. Uma opção, observa Pietsch, seria firmar parcerias com as instituições de ensino superior para a coleta dos dados. A Unioeste, campus de Cascavel, tem experiência no levantamento de preços da cesta básica e esse conhecimento poderia ser aplicado em outras esferas, como para apurar o volume de empregos e o nível da atividade econômica em períodos determinados. O levantamento técnico é necessário também para mostrar a potenciais investidores que pode ser um bom negócio investir em Cascavel, conforme Pietsch. |
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Capacitação |
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A administração pública municipal tem parcerias com empresas e sindicatos para o treinamento de trabalhadores. Um dos órgãos públicos que trabalham nessa direção é a Fundetec, que oferece, entre outros, cursos para operários em indústrias de beneficiamento de aves. Há possibilidade de aperfeiçoamento também a famílias de produtores rurais. Eles aprendem sobre a produção de derivados de leite e carne. A Agência do Trabalhador, antigo Sempre/ Sine, é responsável pela intermediação da mão-de-obra. Para cada vaga aberta ela encaminha três candidatos. Mesmo assim, o número de pessoas colocadas no mercado de trabalho é inferior ao de oportunidades abertas. Apesar de ser feita uma pré-seleção dos candidatos, a falta de qualificação profissional dificulta a contratação por parte das empresas.
Segundo o sub-gerente da agência, Carlos Alberto
Vichoski, 40% dos candidatos inscritos conseguem colocação. Os outros não
foram admitidos principalmente por falta de qualificação ou experiência. O
órgão oferta alguns cursos aos desempregados, gratuitamente. Mas, por
depender de verbas estaduais e federais, são poucos. Marcia Carraro |
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